30/31. Performance Transmitida I :)

A ATIVIDADE

Oláá!! Essa atividade foi feita meio que às escuras, tanto que não teve uma única postagem aqui no blog sobre ela, até então. O objetivo era criar uma performance da relação entre o corpo e o espaço, mas nós tínhamos que manter nossos registros em segredo dos nossos colegas, para que, num momento posterior, não se crie uma referência direta do que é a performance e para que se abram novas possibilidades de interpretação das instruções. Assim, foram feitos 7 grupos, o meu consistia em: minha pessoa, Beatriz Martins, Camila Lemes, Felipe Backx, Julianne Mota e Milene Oliveira.


O PROCESSO DE CRIAÇÃO

Nosso ponto de partida foram os lugares apertados. Literalmente, na primeira fase dessa atividade a gente partiu somente disso: explorar lugares estreitos. Mas isso acabou gerando uma coisa em comum para nós: a criação desse espaço, com móveis (camas, cadeiras, armário, sofá), e isso acabou virando uma das possíveis instruções, porque nem todo mundo tem um espaço estreito em casa hsuahsuahusha!

Depois das primeiras orientações, a gente criou as instruções (que foi a proposta da segunda aula dessa atividade). Como nosso ponto de partida foi simples, nossas instruções acabaram ficando simples também "em um lugar apertado/estreito, explorar movimentos (dos mais simples aos mais elaborados) do corpo inteiro", mas já nesse segundo momento, nós criamos algumas perguntas pra ajudar no desenrolar da atividade "como um espaço restrito a movimentações bruscas pode ampliar os movimentos feitos nele? Como se movimentar em um local que impede muitos movimentos? Como explorar o espaço limitado? Como se aproveitar da limitação e criar novas explorações de espaço?". Isso porque o objetivo principal da nossa performance é essa exploração do espaço e o registro do desenvolvimento das movimentações.

Na terceira aula dedicada a essa atividade, porém, os professores acharam que nossas instruções estavam muito abertas e que isso podia fazer com que as outras pessoas ficassem muito perdidas em como começar a performance. Assim, a gente decidiu especificar etapas para conduzir as pessoas: "começar com os pés, partir para as mãos e, depois, para o corpo inteiro". Além disso, também apontaram para a questão da câmera (que de início não deveria ser o foco da performance), então, a gente fez o seguinte comando " Explorar os diferentes ângulos da câmera para registrar os movimentos", porque é sobre isso: explorar tanto os movimentos quanto quais ângulos favorecem tal exploração. Por fim, a gente quis criar uma segunda fase da própria performance: uma nova percepção do espaço com os olhos vendados.


INSTRUÇÕES FINAIS

Assim, nossas instruções chegam ao seu estágio final:

Em um lugar apertado/estreito, que pode ser criado (com móveis, por exemplo) ou próprio da estrutura da casa, explorar movimentos (dos mais simples aos mais elaborados). Começar com os pés, partir para as mãos e, depois, para o corpo inteiro. Explorar os diferentes ângulos da câmera para registrar os movimentos. Depois desse primeiro momento, propõe-se a utilização de uma venda (ou fechar os olhos) para uma percepção diferente e nova.

Durante o processo se pergunte:

Como um espaço restrito a movimentações bruscas pode ampliar os movimentos feitos nele? Como se movimentar em um local que impede muitos movimentos? Como explorar o espaço limitado? Como se aproveitar da limitação e criar novas explorações de espaço?


É isso :)
[agora sim, tá com conteúdo esse post hsuahsuhausa! deu de mistério, já posso revelar tudinhooooo]

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