25. Cartaz Animado II :)
(Um aviso prévio, eu escrevi muito mais que o normal nesse post, então se você estiver aqui só para o resultado, vai lááááá pra baixo hehe)
TODOS OS MEUS PENSAMENTOS
Sobre a primeira versão que eu apresentei do meu cartaz, fico feliz e aliviada que a minha ideia tenha sido boa e que o resultado estava razoável. Eu tinha comentado no post anterior sobre a questão do texto, que ele simplesmente aparecia e tals. Assim, no desenrolar das análises, a gente desenvolveu o termo "PowerPoint" pra expressar isso: o texto só aparecendo, sem nenhuma transição ou efeito, como se fosse em uma apresentação da PowerPoint. E foi exatamente isso que foi falaram quando estavam falando do meu trabalho. Isso já estava me incomodando antes, mas agora eu tinha um motivo real para mudar hsauhsuahsa!
Outra coisa que falaram, e que o Sandro e o Dudu deram cada um a sua visão sobre isso, foi a questão do formato do texto. Um não se incomodava com o fato de estar meio que retomando o caráter mais circular do olho, mas o outro disse que não sentia um desconforto ao olhar. Outra coisa que falaram, e que eu juro que eu não tinha percebido, foi que dava pra enxergar um ciclope no meu cartaz: o olho + o texto do local do evento. EU NÃO TINHA ENXERGADO ISSO HSAUHSUAHUSA!! Então, ao mesmo tempo que às vezes isso aparecia pra mim, eu não queria deixar o texto retinho... Eu até testei depois, enquanto eu tava alterando as coisas depois da aula, mas eu senti que o texto reto não dialogava bem com o resto dos elementos. Eu também não soube incorporá-lo direito à animação... então por motivos de: eu acho que fica melhorzinho e eu não consegui criar uma harmonia entre o texto reto e o resto do cartaz, eu preferi deixar ele redondinho mesmo.
Mas, uma coisa que tinha me causado uma certa dificuldade tanto na primeira vez quanto na segunda foi escolher uma fonte. MEU DEUS, POR QUE NADA FICA DECENTE? Surtos deixados de lado, foi bem bem bem difícil escolher uma fonte. Na primeira versão, eu tinha feito com aquela fonte porque eu não queria usar algo serifado, mas eu achei que ela tinha ficado meio "infantil"? Não sei se faz sentido, mas lá no fundo eu queria algo um pouco mais sério ou mais pleno, sabe? Então, nessa segunda versão, eu tentei achar uma fonte que ficasse um pouco mais séria (sinceramente, não sei se deu certo e nem sei se fez muita diferença no final, mas juro que essa foi uma das melhores opções que eu tinha).
Outra coisa que falaram e que eu não tinha pensado antes foi "por que a tv aparece com uma tela branca?". A princípio, foi porque eu só queria deixa de alguma forma que ficasse explícito que ela estava desligando, mas eu não tinha pensado em colocar alguma coisa na tela. Então, depois da pequena conversa que a gente teve sobre o conteúdo ou, sei lá, a filosofia de Flusser, eu tive a ideia de fazer como se estivesse mostrando os códigos que fazem as imagens aparecerem na tv.
Um fato que talvez seja curioso: pra não escrever só um monte de 0 e 1, eu procurei um conversor de texto em código binário e copiei um trecho do texto "Nossas imagens": (...) as tecnoimagens, ao contrário das tradicionais, não significam cenas, mas eventos. Mas não deixam de ser, elas também, imagens. Quem estiver por elas programado, vivencia e conhece a realidade magicamente. Como contexto de situações ("Sachverhalte"). Mas tal magia não é retorno para a pré-historicidade. Não está baseada em fé, senão em programas. "Programa" é "prescrição": a escrita é anterior a ele. É magia pós-histórica, e a história lhe serve de pretexto. Quem estiver programado por tecnoimagens, vive e conhece a realidade como contexto programado.
O RESULTADO
Acho que é mais isso pros pensamentos que eu tive. Agora o resultado final (só queria avisar que não tava dando pra salvar o GIF em 1080x1920 px, então eu salvei em 720x1280 px) e as versões estáticas do cartaz:
É isso :)




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